16 de dezembro de 2011

O NATAL DO PAPAI NOEL

Não há como fazermos uma análise do espírito natalino sem mencionarmos a figura robusta e afetuosa do Papai Noel. A personagem Papai Noel (No Brasil) ou Pai Natal (Em Portugal) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, Arcebispo de Mira, no Século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. 

Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo até chegar ao Brasil. Desde então todos os finais de ano, imaginariamente, ele invade as chaminés, embora eu, particularmente, nunca tenha visto.

Seu casaco vermelho e acolchoado e com barbas postiças contrasta e gera uma sensação de desconforto visto que o clima do nosso país ser de verão o ano inteiro. Que calor! Pasta d’água ajuda a esquentar ainda mais a pele, visto que a cor rosada das bochechas do bom velhinho não é muito natural num país de mestiços. 

Peles tão alvas e claras como a do Sr. Nicolau dificilmente são vistas nas ruas de um país que foi gerado entre a casa Grande e a Senzala, gerando em sua maioria, mulatos e negros. Poderíamos citar inúmeras aberrações culturais como: A neve, os pinheiros inexistentes em nossa vegetação e os trenós puxados por animais jamais vistos por nenhum Brasileiro, nem mesmo nos zoológicos. Até mesmo sua risada: ho-ho-ho, não respeita a fonética da língua portuguesa.

Mas vou parar por aqui nesta análise social, visto o problema ir muito além desta fronteira. Além de uma agressão cultural, de uma desconformidade social com a realidade brasileira, há uma distorção espiritual nas comemorações natalinas dentro de nossas Igrejas, digo isso com pesar que tal distorção só ocorreu por uma omissão didática dos Evangélicos ao longo dos anos. 

Fomos omissos e falhos também na propagação do presépio, iniciativa do sábio e bondoso Francisco de Assis. No presépio, vemos simbolizado o real sentido do Natal: O nascimento de Jesus, a humildade de Cristo, o nascimento virginal. Está tudo ali, pronto para nossas crianças aprenderem. Mais em cada dez casas e igrejas encontramos dez arvores de natal para cada dois presépios. 

Fomos negligentes quanto verdade! Somos irresponsáveis quando promovemos incansáveis amigos x em nossas igrejas esquecendo-se que muitos de nossa membresia não poderão participar, logo, ficam fora do convívio e desligado da comunhão. São excluídos, do único lugar que neste período poderia aceita-los sem roupas novas ou presentes. Poderíamos continuar citando erros que passam quase despercebidos como os desfiles de roupas novas no culto de Natal, as plumas e brilhos das cantatas natalinas que apenas excluem os que não podem fazer o mesmo quase remontando algo ocorrido muito próximo do nascimento de Jesus, quando Maria ouvia os sonoros: “não há lugar” (Lc 2.7), parece que em nossas igrejas também não há vagas para os descamisados ou humildes do natal. 

Será que, sem percebermos, estamos sendo apenas brinquedos na mão da mídia, comércio e consumo, esta “trindade do mal” que desvirtua por trás de mensagem de felicidade, o real sentido de Natal?

 Oremos!



Pr. H. Romero

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9 de novembro de 2011

"HERESIAS" DE JESUS.


O credo apostólico foi deixado de lado e um novo foi implementado pelos Cristãos que torna os ensinos de Jesus em heresias. Segui abaixo um resumo do novo credo dos novos apóstolos. Vemos aqui contextos de uma “igreja” pós moderna e com crença absurdamente distante daquilo que é a Boa Nova. Anula ensinos genuínos de Jesus. Uma verdadeira doutrina de homens. Um câncer que destrói o mais puro e simples Evangelho da Graça. O “Eu” que mata. Uma geração materialista e idólatra com a fé em si mesmo e na elevação do homem como deus.   

ARTIGO I

 Acredito na força espiritual do templo na geografia da adoração, nos templos suntuosos, nos lugares de milagres, nas correntes coletivas que obrigam os fiéis a freqüentarem a igreja compulsoriamente para pedir bênçãos materiais. Jesus disse, equivocadamente, que a adoração não se localizaria nem no templo de Jerusalém, na Judéia, nem nas faldas do Monte Gerizim, nem em Samaria, e sim em Espírito e em verdade, na geografia do coração, no íntimo, nas entranhas da alma. Isso, porém é heresia de Jesus!


ARTIGO II

 Acredito nos objetos de culto, em copo d’água em cima de televisão, em rosa ungida, na espada de Josué, no óleo ungido, na aliança ungida, no pó do amor, no galho de oliveira, na água do rio Jordão, na folha da árvore da vida, no túnel do amor e na fogueira santa. Creio em tudo isso, que Jesus nunca usou nem recomendou que usassem para abençoar alguém. Não usou porque não quis. Isso é uma heresia de Jesus!


ARTIGO III

 Acredito na maldição hereditária e na necessidade da cerimônia de quebra dessa maldição, uma vez que Jesus não conseguiu quebrar a maldição no calvário. Aqueles pecados que herdamos de nossos pais e antepassados, visto não terem eles confessado suas mazelas e também por terem feitos pactos com demônios, precisam ser quebrados mesmo depois da conversão. Jesus nem se deu ao trabalho de comentar a respeito desse tema e ainda disse à mulher adúltera: “Nem eu te condeno, vai e não peque mais”. Isso é heresia de Jesus!


ARTIGO IV

 Acredito na prosperidade material, no dinheiro como prova de bênção espiritual. Não tenho necessidade de nada, estou rico e abastado porque creio na bênção do real, monetariamente falando.  Jesus nunca buscou a riqueza material e ainda disse que deveríamos buscar o reino de Deus e a sua justiça e que as demais coisas nos seriam acrescentadas. Quando estava vivo não tinha onde reclinar a cabeça e na sua morte foi sepultado num sepulcro emprestado. Num cenário eclesiástico onde os crentes são insistentemente estimulados a, literalmente, ficarem ricos. É claro que isso é heresia de Jesus!


ARTIGO V

 Acredito que todo mal é demoníaco e que todo os male que acontecem às pessoas, à sociedade, à igreja e aos cristãos são produzido diretamente por demônios, os quais se instalam na vida dos crentes e descrentes e nas estrutura sociais, políticas e econômicas de determinadas regiões geográficas. A responsabilidade individual da pessoa humana e sua liberdade de escolher entre o bem e o mal são doutrinas heréticas, evidentemente. Creio que os demônios são responsáveis absolutos pela dor, sofrimento e miséria que encontramos ao nosso redor, o que inclui doenças, injustiças social, corrupção e violência, entre outros males. Por isso, a igreja deve sempre empregar o método de expulsão de demônios em seus cultos para libertar as pessoas e a sociedade desses males. Jesus não acreditava que todas as doenças eram ação demoníaca, mas frutos da queda do homem, conseqüência do pecado que se instalou no universo e no coração da pessoa humana. De fato, em alguns casos, ao expulsar os demônios, as pessoas eram curadas de suas doenças, mas isso não era normativo. É que Jesus não tinha a percepção mais profunda do pecado das atividades demoníacas, como nós temos, pois se tivesse teria tratado todos os doentes através do exorcismo. Isso é heresia de Jesus!


ARTIGO VI

 Creio em demônios territoriais e que satanás designou um demônio, ou vários deles, para cada unidade geopolítica do mundo. Creio que a igreja tem que mapear espiritualmente a área a ser evangelizada, antes de começar seus esforços evangelísticos na tentativa de localizar o trono de satanás, o local onde a potestade tem o seu quartel-general. Bom, Jesus não ensinou isso em momento algum, nem mapeou a região da palestina identificando os demônios de cada região, nem ensinou que seus discípulos assim o fizessem. É estranho Ele nada ter ensinado estas coisas a seus liderados, e sim serem missionários e não geógrafos dos principados e potestades. Mas ele, coitado, não conhecia esses truques. Isso era heresia de Jesus!


ARTIGO VII

 Acredito que crentes verdadeiros podem ficar endemoninhados. Não concordo que a obra de Cristo foi suficiente e que a serpente não foi esmagada, como predito em Gn 3:15. Ele deve ter dado um leve pisão na cabeça da velha serpente e nem os principados e potestades foram totalmente despojados, como afirma Cl 2:14-15. O valente não foi amarrado adequadamente, o nó não foi bem apertado e por isso é preciso declarar: “Está amarrado!” Isso é heresia de Jesus!

Acredito em tudo isso que Jesus não acreditava e que condenou como mentira e falsidade porque não conhecia a necessidade da pós-modernidade. E mesmo não tendo solidez e bases bíblicas para esses ensinos continuo professando a minha fé neles pela via do experimentalismo. Através desse credo neo-apostólico, tenho obtido muito sucesso, minhas igrejas estão lotadas e muito dinheiro vem sendo investidos no meu império eclesiástico.

 Se Jesus conhecesse o credo dos novos apóstolos, teria faturado alto. Ele pagou um alto preço por suas heresias.



Pr. Stênio A. Verde.  OJB – 09/2011
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11 de outubro de 2011

A ENFERMIDADE E O PECADO.



O sofrimento e as enfermidades é uma experiência humana com diversas causas e estão intimamente ligados com as questões da natureza e com a origem do próprio mal. É um dos resultados do pecado do homem em toda sua historia, o sofrimento por motivo de enfermidade não está ligado diretamente com o meu pecado hoje, embora pelo relato da queda do homem no livro Genesis a enfermidade esteja diretamente ligada (Gn 3:1-7). 

Ali fica bem claro, que imediatamente o homem conheceu a insegurança, o temor e a dor. Aqui “ITSAVON” é a palavra traduzida por “DORES” e depois vem às angústias humanas frutos de ações pecaminosas e desobediência aos padrões estabelecidos pelo próprio Deus, o homem dificilmente admitiu o julgamento divino sobre sua vida no descumprimento da vontade de Deus, embora esse julgamento seja justo (Gn 4:13).

Surge aí o sofrimento, o remorso, a perda, a decepção e o ódio, questões que são resolvidas no campo mental do homem, tornando as coisas mais complexas e refletindo no corpo suas enfermidades físicas, deixando a carne fraca e doente, Embora as nações que obedeciam a Deus em geral recebiam a promessa de ficar livres das enfermidades, por outro lado a doença e a pestilência eram julgamentos penosos sobre esse mesmo povo (Ex 15:25, 26; Lv 26:14-16; Dt 7:15).

O pecado de Davi envolveu outros na aflição (2Sm 24:15-17), em sua totalidade o sofrimento humano proveniente da doença ou de qualquer outra coisa é o efeito sobre o individuo da enfermidade espiritual da sociedade humana da qual ele faz parte integral. 

Quando as Escrituras afirmam que Cristo tomou sobre si nossas enfermidades, Ele carregou sobre si na cruz nossas transgressões, nossos pecados. As nossas enfermidades espirituais. Cristo nos deixa livre de culpa e o perdão dos nossos pecados foram GARANTIDOS na obra redentora de Cristo na cruz, diferentemente das nossas enfermidades físicas que não foram GARANTIDAS assim com o perdão dos pecados foram GARANTIDOS nessa obra redentora. (Heb 9:28; 1Pe 2:24), porem Deus é soberano e absoluto e na pessoa de Jesus Cristo Ele pode escolher curar nossas enfermidades ou não, o que devemos é continuar a viver nossa vida com fé real entendendo sua vontade e propósito, glorificando a Deus até em seus sofrimentos. 

Em muitos casos o sofrimento é usado construtivamente (Heb 12:6-11), como no caso de Jacó que depois de uma injúria física infligida aprendeu a depender de Deus e amadureceu espiritualmente a ponto de poder cumprir seu novo nome de ISRAEL (Gn 32:24-32), a enfermidade de Ezequias demonstrou sua fé em Deus, o livro de Jó mostra que a questão real é a relação do homem para com Deus e não tanto sua atitude para com seu próprio sofrimento, esse relato nos mostra um sublime quadro de Jó “consolado” por Deus e sendo abençoado. 

Todo e verdadeiro crente identificado com Cristo deve esperar compartilhar do seu sofrimento de algum modo, sendo unido com Ele receberá o conforto divino que é a “consolação” que pra mim é um estado de “Graça Plena”, embora muitos que estão em sofrimento não se sentem consolados por Deus, isso é perigoso. Falta-lhe algo! Essa experiência é para o bem comum do “corpo”. O auxilio divino em nossas aflições são para podermos confortar as aflições de outros, tornando eficaz o nosso conforto, afim de não confiar em nós mesmo, mas sim em Deus que ressuscita mortos (2Cor 1:1-8).

Certos tratamentos de enfermidades nos tempos bíblicos podem ser descrita como terapia, como aplicações locais com óleos e bálsamos (Jr 46:11; 51:8), pasta de figos era usada para curar úlceras (Is 38:21). Na passagem do bom samaritano ele usou azeite e vinho como tratamento local (Lc 10:34) e houve também casos incuráveis como a mulher de fluxo de sangue (Mc 5:26), o caso de Mefibosete (2Sm 4:4), o cego de nascença, o coxo e tantos outros. 

No AT mesmo que meios médicos fossem empregados a recuperação da saúde era geralmente atribuída a intervenção de Deus, essas curas naturais e milagrosas se deu em grande numero por causa da ineficácia da terapia dos tempos antigos. 

A palavra médico é raramente empregada e atualmente é chamada de “DOUTOR” que vem do Hebraico “RAFA” (Ex 15:26) e no Grego “IATROS” (Lc 8:43), muitos desses eram possivelmente pagãos e feiticeiros, mas no NT os médicos são mencionados por Jesus Cristo (Lc 4:23; 5:31) e são também mencionados na doença da mulher do fluxo de sangue e Lucas é chamado por Paulo de o médico amado (Cl 4:14). 

Os casos de enfermidades entre os crentes nos tempos apostólicos são mencionados, o fato é que essas enfermidades ocorreram e indicam que a comissão apostólica para curar, não poderia ser usada indiscriminadamente para manter a si mesmo e seus irmãos na fé livres de doenças. Timóteo tinha alguma dificuldade gástrica (1Tm 5:23), Trofino adoeceu demais para poder acompanhar Paulo (2Tm 4:20) e a mais notável de todas as enfermidades: O “espinho na carne” de Paulo que ainda não se tem nenhum diagnostico conclusivo (2Cor 12:7-10). O interessante é que ele próprio apresenta três motivos para tal enfermidade:

1 - Para manter seus pés no chão (v. 7).
2 - Para capacitá-lo a ser espiritualmente poderoso (v. 9).
3 - Como um serviço pessoal de Cristo. Por amor a Cristo (v. 10).  

Portanto meu amado irmão fique certo que o sofrimento durante nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum com a gloria que nos será revelada no futuro.


Amem!


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B.L.H.
N.D.B.  J. D. Douglas.
        

23 de setembro de 2011

"DOIS CAMINHOS PARA O CÉU"

Por Gilvan Barbosa.


Hoje vivemos em um mundo de muitas opções de escolhas, quando queremos comprar pão, existe varias padarias. Se queremos um celular, existem vários modelos. Se queremos uma bíblia, existe da criança, do adolescente, do jovem, da mulher, do homem, de Estudos etc. São tantas opções que nos oferecem...

Em pleno Século XXI com tantas opções de escolhas, os Pregadores só oferecem um caminho para chegar ao céu! Que é através de JESUS CRISTO.
Pensando nisto e em meio a tanta modernidade “oferecer só um caminho é muito pouco”.  Então me pergunto: Há na bíblia outro caminho? Procurei exaustivamente e achei outro caminho para chegar ao céu.

Rm 10:5. Que diz assim: “Ora Moises escreveu que o homem que praticar a justiça decorrente da lei, viverá por ela”.

Está ai mais um caminho!  Agora posso oferecer mais opções aos meus amigos que desejam chegar ao céu.  Procurei aprofundar-me no assunto para saber quais seriam os critérios para trilhar por este caminho. Depois de uma boa pesquisa encontrei os critérios necessários.

São 613 mandamentos, mandamento do tipo “faça”. Obrigações! E mandamentos do tipo “não façam”. Proibições! Nossa! Fiquei assustado.

Existem 365 mandamentos do tipo “não façam” isso é correspondente ao número de dias do ano, é como se cada dia dissesse a pessoa não cometa uma transgressão hoje.

E 248 mandamentos do tipo “façam” podemos também relacionar ao número de ossos ou órgão do corpo humano, é como se cada Membro dissesse à pessoa cumpra um preceito comigo.

Confesso que estes critérios provocaram em mim um pavor tremendo, esse caminho tinha uma exigência muito alta para chegar ao céu, e os meus amigos não vão querer trilhar por um caminho tão pesado como esse, fiquei muito triste, não pude me conter, clamei por ajuda. Socorre-me SENHOR!
Depois de rogar pelo favor divino comecei a folhear página por páginas das Escrituras Sagradas e encontrei:

Rm 7:12. “A lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom”.

Novamente comecei a retomar aquela confirmação que este caminho existe de fato, mas porque será que quando penso naqueles 613 mandamentos, vem sobre minha alma uma grande tristeza? Mas uma vez disse: SENHOR socorre-me! Foi ai que ELe mostrou-me que o problema esta comigo.  E ELe me falou.

Rm 7:14.  “Porque bem sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido à escravidão do pecado".

Pensei um pouco, e isso me fez perceber e entender que a Lei era boa, e o caminho existiu! Eu é que não conseguiria andar por ele, com minha própria justiça porque a minha carne é enferma vendida sobre o pecado, mesmo que conseguisse cumprir alguns mandamentos ainda assim não conseguiria chegar ao céu.

Tg 2:10. “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos”.

Agora posso entender a palavra que diz: "Porque pela graça sois salvo por meio da fé, isto não vem de vós, é dom de DEUS. Não vem da justiça própria, para que ninguém se glorie (Ef 2:8,9)".

Mas qual o propósito da lei?  Para que serviu? E o SENHOR mostrou-me:

Rm 7:7. Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum, mas eu não conheci pecado senão pela lei, porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse.

Agora compreendo aqueles Pregadores que só pregam um caminho para chegar ao céu! Que é através do SALVADOR JESUS CRISTO, e ELE mostrou-me os critérios para trilhar por esse caminho.

Rm 3:21,22. Que diz assim: “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas, isto é, a justiça de DEUS pela fé em JESUS CRISTO para todos e sobre todos que crêem, porque não há diferença”.

Ao ouvir estas palavras repousou sobre mim uma paz sobrenatural ao entender que só basta crer em Cristo para ser justificado gratuitamente. O único caminho para chegar ao céu. Agora entendo que a minha justiça própria não passa de farrapos e trapos que por ela não conseguirei chegar ao céu, é não viver na minha própria justiça e sim na justiça que vem de Deus, que é a fé em Jesus Cristo.

Portanto, não busquei outro caminho, caminhos da lei para chegar ao céu. Só um basta! E não é pouco! Tenhamos como maior exemplo o Apóstolo Paulo: Nasceu judeu (Puro sangue), circunciso ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus, fariseu (Grupo mais zeloso da lei e tradição da religião judaica).

Que em meio a tantas qualidades e privilégios, considerou tudo como perda, esterco, refugo para ganhar CRISTO. Que Deus nos ajude a entender que só há um caminho que podemos trilhar. A cruz de CRISTO.

Amem!



H.D.L 
D.M.L.J
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27 de agosto de 2011

COMO POSSO AMAR MEU INIMIGO?

Abordar esse assunto me parece constrangedor pelo que tenho presenciado e vivido ao longo de minha caminhada cristã e como professor de EBD há tantos anos, é lamentável ver a falta de interesse proposital sobre esse aspecto e a negligencia que se dá a esse escrito, muitos fogem, não conseguem admitir e aceitar essa natureza e nem se sentem desafiado para tal.   
“Façam aos outros a mesma coisa que querem que façam a vocês”. (Lc 6:31) . Aqui vemos a base de toda relação social, uma pratica do amor genuíno, a essência do cristianismo verdadeiro. 
Amar os nossos inimigos, aquele que nos odeia, é um investimento de retorno garantido, como diz as Escrituras, receberemos uma grande RECONPENSA e seremos chamados de FILHO DO ALTISSIMO, com isso mostraremos ao mundo o nosso parentesco Divino (Lc 6:31), “apagar” isso das Escrituras sem buscar o discernimento do que isso representa é anular o poder que há no Espírito Santo para fazer tal maravilha nos que seguem a cristo e dos que “morrem” por ELe todos os dias. 
Se amarmos só os que nos amam, qual é a nossa RECOMPENSA? Na verdade não estamos fazendo nada de mais, pois até os maus amam o que vos amam (Lucas 6: 32). 
A capacidade de amar o nosso inimigo não vem do homem! Mas, sim de Deus, mesmo que esses sejam condenados o seguidor genuíno de Cristo por terem seu Espírito é obrigado a amar-los por meio de ações que os beneficiam e de suas orações a fim de ganha-los para Cristo. Ignorar tal prática é desistir da busca de ser “perfeito” são aqueles que olham para trás, são os indignos de receberem essa virtude, como também não serão compensados. 
Essa recompensa citada, que em outras versões diz Galardão tem raízes Hebraicas dentre elas: SAKHAR e SHOHAD e no Grego APODIDOMI e MISTHOS, todos esses vocábulos transmitem o significado de PAGAMENTO no AT. Os galardões dado por Deus, tanto como bênçãos quanto como correção, são as manifestações de sua justiça (Sl 48:11) e são inseparáveis da aliança (Dt 7:10). 
 Jesus prometeu galardões aos seus discípulos, mas ligou-os com autonegação e o sofrimento por amor do Evangelho a fim de impedir a atitude mercenária. Aqui esses Galardões são esperados para depois do julgamento, não como recompensas temporais e visíveis, conforme corretamente é aceito pela Bíblia inteira. 
Jesus corrige o pensamento judaico contemporâneo sobre a questão de Amar: Primeiro ao amar o próximo, isso não como uma ordenança limitadora (Lc 10:29) conforme muito dava a entender, mas como o amor característico do coração Cristão. Segundo, ele estendeu essa exigência para que o indivíduo amasse até mesmo os seus inimigos e perseguidores (Mt 5:44), embora ninguém, exceto o povo de Deus, pode ter tal atitude, envolve uma Graça sobrenatural, essa nova atitude está longe de ser uma utopia sentimental, envolve também uma reação fundamental do coração ao amor anterior de Deus (1Jo 4:15) bem como a aceitação da obra do Espírito Santo na profundeza do ser humano, a força característica desse amor é a imitação do amor de Deus, porque se ver o outro como uma pessoa por quem Cristo morreu e amou. 
Tenhamos cuidado com certos pensamentos filosóficos que diz que o Cristianismo é para os fracos, alegam que ao amar seus inimigos essa pessoa se torna fraca e derrotada e jamais um forte e vencedor, pois esse destrói seus inimigos. 
Portanto, oramos para que isso não seja um sonho, como muitos pensam e sim algo real, oremos para que possamos abraçar tamanha natureza, ou acabamos “doentes” e verdadeiramente “fracos”, frustrados e inchados de conhecimentos e de entendimentos sem amor. Amor esse, que é o auge do Cristianismo, a essência de Deus. (Ef 3:19).

Sejamos desafiados para tal obra!
Que Deus tenha misericórdia de nós.


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N.D.B. J.B. Douglas
C.B. M. Henry
B.L.H.


10 de agosto de 2011

"NENHUM SORRISO ENCONTROU!"

 
Procurei o sorriso de Jesus pagina por pagina, nenhum sorriso eu encontrei. Esqueceram! Esqueceram o sorriso de Jesus. 

Andando por onde Cristo andou, vi somente as lágrimas do Senhor. Eram lágrimas sentidas, vertidas, com muito amor.

Andando por onde Cristo andou, encontrei as suas pisadas: Pisadas firmes, decididas, nobres e formosas, quer feitas na areia, nas pedras, nas noites ou em plena luz, todas caminham para cruz. 

Andando por onde Cristo andou, encontrei as marcas de suas mãos, naquele que foram aleijados, cegos,  endemoninhados, adoentados e ressuscitados. 

Andando por onde Cristo andou, encontrei o seu suor regando o Gestsêmani qual gota de sangue ali está: Abundante, submisso e confortante.

Andando por onde Cristo andou, encontrei o sangue do Senhor, sangue derramado no calvário, que perdoa, purifica, reconcilia e santifica. 

Mas não encontrei o sorriso de Jesus!


Mas eu sei que Jesus sorriu! Tu sorriste, Jesus! Mas não nos contaram. Esqueceram, omitiram, guardaram para si. Como poderia Senhor? 

Tu que és a vida.
Tu que és o Salvador.
Tu que é a “força para viver”.
Tu que és a “alegria dos homens”.
Tu que és vencedor: 

Tu não sorriste? Sorriste sim! 

Eu vejo o teu sorriso, ao carregar aquela criança, ao curar o paralítico, ao ver o cego enxergar e ao morto ressuscitar.

Eu vejo o teu sorriso Jesus, como uma obra de arte: Poético, romântico, original e perene. 

Eu vejo o teu sorriso ser, correspondente, cativante, amoroso e abundante. 

Eu vejo o teu sorriso ser a palavra que não disseste, a oração que não murmuraste, o sermão que não pregaste. 

Eu vejo o teu sorriso: Ser conforto, ser resposta, ser confiança, ser esperança. 

Eu vejo o teu sorriso: No sorriso de cada Cristão, o sorriso como deve ser, o sorriso sincero que deve haver, o sorriso espontâneo que deve ter e a comunhão que o sorriso deve fazer.


Eu vejo o teu sorriso.   


Pr. João Macedo.