9 de fevereiro de 2012

CONEXÃO

O bem mais precioso de qualquer ser humano é a capacidade de se relacionar com pessoas e com o mundo que o rodeiam de uma forma geral. Temos até a ousadia, quase que insana, de conversar com plantas, animais e objetos. Principalmente, quando nos sentimos solitários. 

Uma bola, por exemplo, foi a companhia de um homem isolado do mundo, em uma ilha desconhecida. O pequeno objeto tinha tratamento pessoal e importante, pois até um nome o seu amigo “Homem” lhe deu: Sr. Wilson. Tenho certeza que você deve lembrar-se bem desse filme Hollywoodiano “O Náufrago”. 

Muitas vezes, nos sentimos assim, em uma grande ilha. Porém, esta ilha está repleta de pessoas e, ainda assim, não conseguimos nos “conectar” a nenhuma delas. Pense em sua comunidade Cristã agora! Imagine centenas de pessoas que você vê com freqüência. Talvez, os domingos sejam os dias mais freqüentados, não importa. Tente lembrar qual foi a última vez que você, realmente, se “conectou” a alguém.

Durante todo este ano, procure lembrar-se da última vez em que você liberou algo de bom, algo que saiu de você para o coração de outra pessoa que precisava. Alguém que necessitava de ajuda interior e que só poderia acontecer com o auxílio de suas palavras solidárias. Seu gesto amoroso seria capaz de transbordar alegria no coração desta pessoa. 

Você foi capaz de fazer isso? Lá se vai mais um mês sem que nenhum destes gestos conseguisse romper essas barreiras, quase que intransponíveis, da indiferença, da frieza e, sobretudo, da falta de amor e de comprometimento. 

Irmãos os momentos finais da agonia de Jesus podemos classificar como um terror real. O flagelo, a via dolorosa, os chicotes rasgando sua carne, os cravos perfurando seu corpo e pendurado sobre o madeiro até a morte. Isso lembra cenários de filmes de terror. Precisamos ter a consciência de que Jesus sofreu barbaridades, uma crueldade sem limites. 

Mas Jesus sofreu sim. E muito, por todos nós. O que nos choca foi a maneira como os discípulos reagiram à prisão de Jesus. Alguns homens que conviveram tanto tempo com o Salvador do mundo, também o rejeitaram e o negaram diante dos homens. 

E também nos chama a atenção os gestos de Judas e Pedro, a partir daquele momento, tiveram que conviver com o peso da negação dada ao Mestre e com as feridas que, agora, precisam ser restauradas e curadas. Os discípulos devem ter passado pela solidão até lembrar-se das palavras de Jesus descritas tão claramente no Evangelho de Jo 16:16 e 32b.

“Mais um pouco e Já não me verão mais; e me verão de novo”; “Vocês me deixarão sozinho. Mas eu não estou sozinho, pois meu Pai está comigo”.

Jesus falava de sua morte e ressurreição. Além disso, antes de subir aos céus, Ele precisava deixar o exemplo aos seus discípulos de como tratar e restaurar relacionamentos humanos e de como trazer a cura emocional ao nosso próximo. Assim como fez com Pedro, em particular, e assim como faz a todos nós.

Quero dizer com estas palavras e exemplos que não importa a circunstância ou problemas, somos, também, capazes de manifestar e liberar a cura emocional para aqueles que nos rodeiam. Se somos servidor de Jesus também estamos a serviço do outro e podemos nos conectar ao outro e nos relacionarmos, pois não estamos sozinhos em uma ilha. Temos um alimento constituído de vários nutrientes essenciais capazes de satisfazer e alimentar a alma do outro. 

Tenhamos o desejo ardente de buscar uma real conexão com Deus e com nosso próximo.



C. Carletti. (Parte extraída)
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16 de janeiro de 2012

O QUE EU QUERO?

Reavaliar o projeto de vida é a primeira etapa para se atingir objetivos. Obter sucesso é um ideal almejado por todos. Ser bem sucedido não é produto do acaso, é antes, um exercício prático de bem viver. O homem é o centro da criação. Um ser social, de natureza complexa, com as mais diversas reações, que associadas à realidade da vida de cada um, tornam um homem diferente do outro. A percepção dos objetivos depende, principalmente, da experiência da pessoa. Entre muitos objetivos que podem satisfazer determinadas necessidades, alguns são vistos como mais adequados do que outros. Ao atingir um objetivo, o individuo satisfaz a necessidade, o desejo ou o interesse, restabelecendo o equilíbrio pessoal. 

Pesquisas comprovam que um clima favorável permite despertar a criatividade e iniciativa que cada pessoa traz consigo por mais limitada que seja sua formação. Por que tudo isso é necessário? Porque ficou evidente no mundo de hoje que os objetivos somente são atingidos através das pessoas que elaboram caminhos e que trabalham efetivamente na realização dos seus objetivos. Comece fazendo um inventário de seus sonhos. Coisas que gostaria de ser, ter e compartilhar. Com essa lista em mãos fica mais fácil determinar seus objetivos. A definição de seus objetivos é o primeiro passo em direção às realizações pessoais ou profissionais. 

Trabalhe com a seguinte pergunta: O que eu quero? A forma como se pensa em um objetivo, pode se facilitar a conquista ou torná-la impossível. Para garantir o êxito, crie também uma lista de evidências que indicarão se você está indo na direção proposta. Defina aonde, quando e com quem você quer chegar e avalie se um alvo está em conflito com algum outro. Essa sondagem ajudará a descobrir os obstáculos do percurso. Elabore etapas. Especifique datas e estratégias. 

Lembre-se: “Algum dia” não existe no calendário. Mas o importante ainda é querer algo que vale a pena, que deixe você satisfeito em ter realizado e que se surpreenda com os resultados. 

Agora nunca se esqueça de uma coisa: “Quer comais, quer bebais, que façais qualquer outra coisa, faça tudo para a Glória de Deus”. (I Co 10:31). 

Amem! Deus te abençoe.     

 
Lucia B. Gomes
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16 de dezembro de 2011

O NATAL DO PAPAI NOEL

Não há como fazermos uma análise do espírito natalino sem mencionarmos a figura robusta e afetuosa do Papai Noel. A personagem Papai Noel (No Brasil) ou Pai Natal (Em Portugal) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, Arcebispo de Mira, no Século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. 

Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo até chegar ao Brasil. Desde então todos os finais de ano, imaginariamente, ele invade as chaminés, embora eu, particularmente, nunca tenha visto.

Seu casaco vermelho e acolchoado e com barbas postiças contrasta e gera uma sensação de desconforto visto que o clima do nosso país ser de verão o ano inteiro. Que calor! Pasta d’água ajuda a esquentar ainda mais a pele, visto que a cor rosada das bochechas do bom velhinho não é muito natural num país de mestiços. 

Peles tão alvas e claras como a do Sr. Nicolau dificilmente são vistas nas ruas de um país que foi gerado entre a casa Grande e a Senzala, gerando em sua maioria, mulatos e negros. Poderíamos citar inúmeras aberrações culturais como: A neve, os pinheiros inexistentes em nossa vegetação e os trenós puxados por animais jamais vistos por nenhum Brasileiro, nem mesmo nos zoológicos. Até mesmo sua risada: ho-ho-ho, não respeita a fonética da língua portuguesa.

Mas vou parar por aqui nesta análise social, visto o problema ir muito além desta fronteira. Além de uma agressão cultural, de uma desconformidade social com a realidade brasileira, há uma distorção espiritual nas comemorações natalinas dentro de nossas Igrejas, digo isso com pesar que tal distorção só ocorreu por uma omissão didática dos Evangélicos ao longo dos anos. 

Fomos omissos e falhos também na propagação do presépio, iniciativa do sábio e bondoso Francisco de Assis. No presépio, vemos simbolizado o real sentido do Natal: O nascimento de Jesus, a humildade de Cristo, o nascimento virginal. Está tudo ali, pronto para nossas crianças aprenderem. Mais em cada dez casas e igrejas encontramos dez arvores de natal para cada dois presépios. 

Fomos negligentes quanto verdade! Somos irresponsáveis quando promovemos incansáveis amigos x em nossas igrejas esquecendo-se que muitos de nossa membresia não poderão participar, logo, ficam fora do convívio e desligado da comunhão. São excluídos, do único lugar que neste período poderia aceita-los sem roupas novas ou presentes. Poderíamos continuar citando erros que passam quase despercebidos como os desfiles de roupas novas no culto de Natal, as plumas e brilhos das cantatas natalinas que apenas excluem os que não podem fazer o mesmo quase remontando algo ocorrido muito próximo do nascimento de Jesus, quando Maria ouvia os sonoros: “não há lugar” (Lc 2.7), parece que em nossas igrejas também não há vagas para os descamisados ou humildes do natal. 

Será que, sem percebermos, estamos sendo apenas brinquedos na mão da mídia, comércio e consumo, esta “trindade do mal” que desvirtua por trás de mensagem de felicidade, o real sentido de Natal?

 Oremos!



Pr. H. Romero

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9 de novembro de 2011

"HERESIAS" DE JESUS.


O credo apostólico foi deixado de lado e um novo foi implementado pelos Cristãos que torna os ensinos de Jesus em heresias. Segui abaixo um resumo do novo credo dos novos apóstolos. Vemos aqui contextos de uma “igreja” pós moderna e com crença absurdamente distante daquilo que é a Boa Nova. Anula ensinos genuínos de Jesus. Uma verdadeira doutrina de homens. Um câncer que destrói o mais puro e simples Evangelho da Graça. O “Eu” que mata. Uma geração materialista e idólatra com a fé em si mesmo e na elevação do homem como deus.   

ARTIGO I

 Acredito na força espiritual do templo na geografia da adoração, nos templos suntuosos, nos lugares de milagres, nas correntes coletivas que obrigam os fiéis a freqüentarem a igreja compulsoriamente para pedir bênçãos materiais. Jesus disse, equivocadamente, que a adoração não se localizaria nem no templo de Jerusalém, na Judéia, nem nas faldas do Monte Gerizim, nem em Samaria, e sim em Espírito e em verdade, na geografia do coração, no íntimo, nas entranhas da alma. Isso, porém é heresia de Jesus!


ARTIGO II

 Acredito nos objetos de culto, em copo d’água em cima de televisão, em rosa ungida, na espada de Josué, no óleo ungido, na aliança ungida, no pó do amor, no galho de oliveira, na água do rio Jordão, na folha da árvore da vida, no túnel do amor e na fogueira santa. Creio em tudo isso, que Jesus nunca usou nem recomendou que usassem para abençoar alguém. Não usou porque não quis. Isso é uma heresia de Jesus!


ARTIGO III

 Acredito na maldição hereditária e na necessidade da cerimônia de quebra dessa maldição, uma vez que Jesus não conseguiu quebrar a maldição no calvário. Aqueles pecados que herdamos de nossos pais e antepassados, visto não terem eles confessado suas mazelas e também por terem feitos pactos com demônios, precisam ser quebrados mesmo depois da conversão. Jesus nem se deu ao trabalho de comentar a respeito desse tema e ainda disse à mulher adúltera: “Nem eu te condeno, vai e não peque mais”. Isso é heresia de Jesus!


ARTIGO IV

 Acredito na prosperidade material, no dinheiro como prova de bênção espiritual. Não tenho necessidade de nada, estou rico e abastado porque creio na bênção do real, monetariamente falando.  Jesus nunca buscou a riqueza material e ainda disse que deveríamos buscar o reino de Deus e a sua justiça e que as demais coisas nos seriam acrescentadas. Quando estava vivo não tinha onde reclinar a cabeça e na sua morte foi sepultado num sepulcro emprestado. Num cenário eclesiástico onde os crentes são insistentemente estimulados a, literalmente, ficarem ricos. É claro que isso é heresia de Jesus!


ARTIGO V

 Acredito que todo mal é demoníaco e que todo os male que acontecem às pessoas, à sociedade, à igreja e aos cristãos são produzido diretamente por demônios, os quais se instalam na vida dos crentes e descrentes e nas estrutura sociais, políticas e econômicas de determinadas regiões geográficas. A responsabilidade individual da pessoa humana e sua liberdade de escolher entre o bem e o mal são doutrinas heréticas, evidentemente. Creio que os demônios são responsáveis absolutos pela dor, sofrimento e miséria que encontramos ao nosso redor, o que inclui doenças, injustiças social, corrupção e violência, entre outros males. Por isso, a igreja deve sempre empregar o método de expulsão de demônios em seus cultos para libertar as pessoas e a sociedade desses males. Jesus não acreditava que todas as doenças eram ação demoníaca, mas frutos da queda do homem, conseqüência do pecado que se instalou no universo e no coração da pessoa humana. De fato, em alguns casos, ao expulsar os demônios, as pessoas eram curadas de suas doenças, mas isso não era normativo. É que Jesus não tinha a percepção mais profunda do pecado das atividades demoníacas, como nós temos, pois se tivesse teria tratado todos os doentes através do exorcismo. Isso é heresia de Jesus!


ARTIGO VI

 Creio em demônios territoriais e que satanás designou um demônio, ou vários deles, para cada unidade geopolítica do mundo. Creio que a igreja tem que mapear espiritualmente a área a ser evangelizada, antes de começar seus esforços evangelísticos na tentativa de localizar o trono de satanás, o local onde a potestade tem o seu quartel-general. Bom, Jesus não ensinou isso em momento algum, nem mapeou a região da palestina identificando os demônios de cada região, nem ensinou que seus discípulos assim o fizessem. É estranho Ele nada ter ensinado estas coisas a seus liderados, e sim serem missionários e não geógrafos dos principados e potestades. Mas ele, coitado, não conhecia esses truques. Isso era heresia de Jesus!


ARTIGO VII

 Acredito que crentes verdadeiros podem ficar endemoninhados. Não concordo que a obra de Cristo foi suficiente e que a serpente não foi esmagada, como predito em Gn 3:15. Ele deve ter dado um leve pisão na cabeça da velha serpente e nem os principados e potestades foram totalmente despojados, como afirma Cl 2:14-15. O valente não foi amarrado adequadamente, o nó não foi bem apertado e por isso é preciso declarar: “Está amarrado!” Isso é heresia de Jesus!

Acredito em tudo isso que Jesus não acreditava e que condenou como mentira e falsidade porque não conhecia a necessidade da pós-modernidade. E mesmo não tendo solidez e bases bíblicas para esses ensinos continuo professando a minha fé neles pela via do experimentalismo. Através desse credo neo-apostólico, tenho obtido muito sucesso, minhas igrejas estão lotadas e muito dinheiro vem sendo investidos no meu império eclesiástico.

 Se Jesus conhecesse o credo dos novos apóstolos, teria faturado alto. Ele pagou um alto preço por suas heresias.



Pr. Stênio A. Verde.  OJB – 09/2011
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11 de outubro de 2011

A ENFERMIDADE E O PECADO.



O sofrimento e as enfermidades é uma experiência humana com diversas causas e estão intimamente ligados com as questões da natureza e com a origem do próprio mal. É um dos resultados do pecado do homem em toda sua historia, o sofrimento por motivo de enfermidade não está ligado diretamente com o meu pecado hoje, embora pelo relato da queda do homem no livro Genesis a enfermidade esteja diretamente ligada (Gn 3:1-7). 

Ali fica bem claro, que imediatamente o homem conheceu a insegurança, o temor e a dor. Aqui “ITSAVON” é a palavra traduzida por “DORES” e depois vem às angústias humanas frutos de ações pecaminosas e desobediência aos padrões estabelecidos pelo próprio Deus, o homem dificilmente admitiu o julgamento divino sobre sua vida no descumprimento da vontade de Deus, embora esse julgamento seja justo (Gn 4:13).

Surge aí o sofrimento, o remorso, a perda, a decepção e o ódio, questões que são resolvidas no campo mental do homem, tornando as coisas mais complexas e refletindo no corpo suas enfermidades físicas, deixando a carne fraca e doente, Embora as nações que obedeciam a Deus em geral recebiam a promessa de ficar livres das enfermidades, por outro lado a doença e a pestilência eram julgamentos penosos sobre esse mesmo povo (Ex 15:25, 26; Lv 26:14-16; Dt 7:15).

O pecado de Davi envolveu outros na aflição (2Sm 24:15-17), em sua totalidade o sofrimento humano proveniente da doença ou de qualquer outra coisa é o efeito sobre o individuo da enfermidade espiritual da sociedade humana da qual ele faz parte integral. 

Quando as Escrituras afirmam que Cristo tomou sobre si nossas enfermidades, Ele carregou sobre si na cruz nossas transgressões, nossos pecados. As nossas enfermidades espirituais. Cristo nos deixa livre de culpa e o perdão dos nossos pecados foram GARANTIDOS na obra redentora de Cristo na cruz, diferentemente das nossas enfermidades físicas que não foram GARANTIDAS assim com o perdão dos pecados foram GARANTIDOS nessa obra redentora. (Heb 9:28; 1Pe 2:24), porem Deus é soberano e absoluto e na pessoa de Jesus Cristo Ele pode escolher curar nossas enfermidades ou não, o que devemos é continuar a viver nossa vida com fé real entendendo sua vontade e propósito, glorificando a Deus até em seus sofrimentos. 

Em muitos casos o sofrimento é usado construtivamente (Heb 12:6-11), como no caso de Jacó que depois de uma injúria física infligida aprendeu a depender de Deus e amadureceu espiritualmente a ponto de poder cumprir seu novo nome de ISRAEL (Gn 32:24-32), a enfermidade de Ezequias demonstrou sua fé em Deus, o livro de Jó mostra que a questão real é a relação do homem para com Deus e não tanto sua atitude para com seu próprio sofrimento, esse relato nos mostra um sublime quadro de Jó “consolado” por Deus e sendo abençoado. 

Todo e verdadeiro crente identificado com Cristo deve esperar compartilhar do seu sofrimento de algum modo, sendo unido com Ele receberá o conforto divino que é a “consolação” que pra mim é um estado de “Graça Plena”, embora muitos que estão em sofrimento não se sentem consolados por Deus, isso é perigoso. Falta-lhe algo! Essa experiência é para o bem comum do “corpo”. O auxilio divino em nossas aflições são para podermos confortar as aflições de outros, tornando eficaz o nosso conforto, afim de não confiar em nós mesmo, mas sim em Deus que ressuscita mortos (2Cor 1:1-8).

Certos tratamentos de enfermidades nos tempos bíblicos podem ser descrita como terapia, como aplicações locais com óleos e bálsamos (Jr 46:11; 51:8), pasta de figos era usada para curar úlceras (Is 38:21). Na passagem do bom samaritano ele usou azeite e vinho como tratamento local (Lc 10:34) e houve também casos incuráveis como a mulher de fluxo de sangue (Mc 5:26), o caso de Mefibosete (2Sm 4:4), o cego de nascença, o coxo e tantos outros. 

No AT mesmo que meios médicos fossem empregados a recuperação da saúde era geralmente atribuída a intervenção de Deus, essas curas naturais e milagrosas se deu em grande numero por causa da ineficácia da terapia dos tempos antigos. 

A palavra médico é raramente empregada e atualmente é chamada de “DOUTOR” que vem do Hebraico “RAFA” (Ex 15:26) e no Grego “IATROS” (Lc 8:43), muitos desses eram possivelmente pagãos e feiticeiros, mas no NT os médicos são mencionados por Jesus Cristo (Lc 4:23; 5:31) e são também mencionados na doença da mulher do fluxo de sangue e Lucas é chamado por Paulo de o médico amado (Cl 4:14). 

Os casos de enfermidades entre os crentes nos tempos apostólicos são mencionados, o fato é que essas enfermidades ocorreram e indicam que a comissão apostólica para curar, não poderia ser usada indiscriminadamente para manter a si mesmo e seus irmãos na fé livres de doenças. Timóteo tinha alguma dificuldade gástrica (1Tm 5:23), Trofino adoeceu demais para poder acompanhar Paulo (2Tm 4:20) e a mais notável de todas as enfermidades: O “espinho na carne” de Paulo que ainda não se tem nenhum diagnostico conclusivo (2Cor 12:7-10). O interessante é que ele próprio apresenta três motivos para tal enfermidade:

1 - Para manter seus pés no chão (v. 7).
2 - Para capacitá-lo a ser espiritualmente poderoso (v. 9).
3 - Como um serviço pessoal de Cristo. Por amor a Cristo (v. 10).  

Portanto meu amado irmão fique certo que o sofrimento durante nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum com a gloria que nos será revelada no futuro.


Amem!


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B.L.H.
N.D.B.  J. D. Douglas.
        

23 de setembro de 2011

"DOIS CAMINHOS PARA O CÉU"

Por Gilvan Barbosa.


Hoje vivemos em um mundo de muitas opções de escolhas, quando queremos comprar pão, existe varias padarias. Se queremos um celular, existem vários modelos. Se queremos uma bíblia, existe da criança, do adolescente, do jovem, da mulher, do homem, de Estudos etc. São tantas opções que nos oferecem...

Em pleno Século XXI com tantas opções de escolhas, os Pregadores só oferecem um caminho para chegar ao céu! Que é através de JESUS CRISTO.
Pensando nisto e em meio a tanta modernidade “oferecer só um caminho é muito pouco”.  Então me pergunto: Há na bíblia outro caminho? Procurei exaustivamente e achei outro caminho para chegar ao céu.

Rm 10:5. Que diz assim: “Ora Moises escreveu que o homem que praticar a justiça decorrente da lei, viverá por ela”.

Está ai mais um caminho!  Agora posso oferecer mais opções aos meus amigos que desejam chegar ao céu.  Procurei aprofundar-me no assunto para saber quais seriam os critérios para trilhar por este caminho. Depois de uma boa pesquisa encontrei os critérios necessários.

São 613 mandamentos, mandamento do tipo “faça”. Obrigações! E mandamentos do tipo “não façam”. Proibições! Nossa! Fiquei assustado.

Existem 365 mandamentos do tipo “não façam” isso é correspondente ao número de dias do ano, é como se cada dia dissesse a pessoa não cometa uma transgressão hoje.

E 248 mandamentos do tipo “façam” podemos também relacionar ao número de ossos ou órgão do corpo humano, é como se cada Membro dissesse à pessoa cumpra um preceito comigo.

Confesso que estes critérios provocaram em mim um pavor tremendo, esse caminho tinha uma exigência muito alta para chegar ao céu, e os meus amigos não vão querer trilhar por um caminho tão pesado como esse, fiquei muito triste, não pude me conter, clamei por ajuda. Socorre-me SENHOR!
Depois de rogar pelo favor divino comecei a folhear página por páginas das Escrituras Sagradas e encontrei:

Rm 7:12. “A lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom”.

Novamente comecei a retomar aquela confirmação que este caminho existe de fato, mas porque será que quando penso naqueles 613 mandamentos, vem sobre minha alma uma grande tristeza? Mas uma vez disse: SENHOR socorre-me! Foi ai que ELe mostrou-me que o problema esta comigo.  E ELe me falou.

Rm 7:14.  “Porque bem sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido à escravidão do pecado".

Pensei um pouco, e isso me fez perceber e entender que a Lei era boa, e o caminho existiu! Eu é que não conseguiria andar por ele, com minha própria justiça porque a minha carne é enferma vendida sobre o pecado, mesmo que conseguisse cumprir alguns mandamentos ainda assim não conseguiria chegar ao céu.

Tg 2:10. “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos”.

Agora posso entender a palavra que diz: "Porque pela graça sois salvo por meio da fé, isto não vem de vós, é dom de DEUS. Não vem da justiça própria, para que ninguém se glorie (Ef 2:8,9)".

Mas qual o propósito da lei?  Para que serviu? E o SENHOR mostrou-me:

Rm 7:7. Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum, mas eu não conheci pecado senão pela lei, porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse.

Agora compreendo aqueles Pregadores que só pregam um caminho para chegar ao céu! Que é através do SALVADOR JESUS CRISTO, e ELE mostrou-me os critérios para trilhar por esse caminho.

Rm 3:21,22. Que diz assim: “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas, isto é, a justiça de DEUS pela fé em JESUS CRISTO para todos e sobre todos que crêem, porque não há diferença”.

Ao ouvir estas palavras repousou sobre mim uma paz sobrenatural ao entender que só basta crer em Cristo para ser justificado gratuitamente. O único caminho para chegar ao céu. Agora entendo que a minha justiça própria não passa de farrapos e trapos que por ela não conseguirei chegar ao céu, é não viver na minha própria justiça e sim na justiça que vem de Deus, que é a fé em Jesus Cristo.

Portanto, não busquei outro caminho, caminhos da lei para chegar ao céu. Só um basta! E não é pouco! Tenhamos como maior exemplo o Apóstolo Paulo: Nasceu judeu (Puro sangue), circunciso ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus, fariseu (Grupo mais zeloso da lei e tradição da religião judaica).

Que em meio a tantas qualidades e privilégios, considerou tudo como perda, esterco, refugo para ganhar CRISTO. Que Deus nos ajude a entender que só há um caminho que podemos trilhar. A cruz de CRISTO.

Amem!



H.D.L 
D.M.L.J
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